sábado, 29 de outubro de 2011

Você é feliz no que faz ou faz pelo dinheiro que ganha?

Por NiceAbreu @fale mulher
Conversando com duas amigas descobri que ainda tem gente que visa muito o dinheiro e não o prazer naquilo que faz.. É  assim  que defini o nosso assunto, sobre estar bem com que está fazendo. Estar contente com sua profissão e o seu trabalho. Acredito muito que para sermos felizes na nossa profissão devemos fazer o que realmente gostamos de fazer, aquilo que mais nos identificamos. Estamos sempre entre subidas e descidas até descobrirmos o que realmente nos deixa feliz. O dinheiro é sim uma condição muito necessária que as vezes nos leva a seguir caminhos muitos longos mas que na realidade não fazemos por prazer.
Uma das amigas relatou que o dinheiro é o suficiente  para ser feliz na profissão. Claro que a discussão  duraria a noite toda se não houvesse a interrupção de outras pessoas. Mas o que estava sendo discutido levou-me a pensar que as pessoas não são tão mercenárias como aparentam ser. Assim espero, tenho esperanças,  ainda que me decepciono mais tarde.A outra companheira um pouco mais sensata, disse que não ficaria feliz fazendo o que não gosta já que passou anos da sua vida numa empresa em que foi muito  explorada e não conseguia se sentir feliz. Hoje ela faz o que gosta ganhado muito menos do que ganhava anos atrás, e seu trabalho é muito mais prazeroso. Disse que está fazendo o que gosta, que  seu trabalho atualmente a deixa realizada embora não tenha um salário justo.


 Eu com minha capacidade de raciocínio lógico, vejo as coisas como a segunda companheira. Não devemos visar somente o dinheiro. É claro que ele é muito necessário mas se juntarmos o útil ao agradável  nos tornaremos pessoas muito mais confiantes naquilo que estamos fazendo. Realizando com prazer uma formação que optamos por ela é com certeza uma grande felicidade, uma grande realização profissional.


O argumento da nossa primeira companheira foi que toda profissão é adaptável. Afirmou ainda que pelo dinheiro faria qualquer coisa. Argumentou que tem vários médicos sendo fiscais e outras coisas mais, Mas tentamos colocar na cabeça dela que é impossível um fiscal ser médico sem ter se preparado para isso. É impossível uma pessoa ser médico sem se identificar com essa profissão.O ser humano é sim muito adaptável, mas é  pelo dinheiro e por esses pensamentos absurdos que vemos atualmente muita gente morrendo nos hospitais por consequências de erros médicos. Tem muitas garotas bonitas sendo prostitutas apenas pela quantia que recebem pelos seus serviços. Muitos profissionais entrando em áreas alheias apenas pelo dinheiro, porque não encontraram empregos naquilo que lhes dão prazer.
Bom! a conversa entre nós três foi interrompida novamente  mas não terminada. Não quero de maneira alguma levantar polemicas, mas deixo aqui algumas perguntas  para quem lhe  interessar possa, responda ou continua com essas discussão que acho que interessa muita gente. Principalmente nós mulheres.
Um professor gosta de dar aula ou faz pelo dinheiro?
Um médico ganha bem?
É possível um dentista ser lixeiro ou vise versa sem ter sido preparado para tal profissão?
Um jornalista trabalha muito mas ganha muito?
São muitas outras que todos poderão deixar aqui como perguntas.
Um bjo no coração de todas.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Maykon Robert revela ao “Fale Mulher” sua agenda, e como começou sua carreira de humorista

Por Nice Abreu: @falemulher


Maykon  Robert  fez uma participação especial na nova comédia que estreou nesta terça 18 de outubro no teatro Candido Mendes “Se Eu  Contar Ninguém Acredita”.  Nos bastidores do  camarim ele revela seus  trabalhos e sua agenda ao blog  “Fale Mulher”   Nos conta em detalhes como é fazer papeis tão diferentes na sua vida e como começou a carreira humorística .

 Fale Mulher: Como é participar desta comédia?

Maykon:  Bom ! Eu recebi o convite da Cristiane Sanctos  que  conheci   quando cheguei aqui no Rio de Janeiro.  Ela é uma grande amiga, uma companheira  que  me ajudou a  montar um personagem,  me ensinou  muitas coisas  dizendo “Não está bom  Maykon  vamos melhorar “  me incentivou  muito no começo da minha carreira. Nós ficamos muitos tempo sem contracenarmos juntos, nos víamos sempre  no mesmo lugar onde fazíamos trabalhos diferentes mas sem contracenar  e agora ela estreou essa peça e  me convidou para participar juntamente com outros do elenco,    pessoas que conheci no teatro Vannucci que são o André Lamare, Cristiane Sanctos, Rubens Sant’Ana, e Luciana Boeira  em que “Se eu contar ninguém acredita” que vai estar em cartaz toda terça e quarta  feira no teatro Candido Mendes sempre as 21 hs.
FM: Como é o seu personagem?
Maykon:  Este é um personagem  que  o Chyco Anysio gostou muito,  foi aprovado por ele e  que venho fazendo há três anos.  É um personagem que tem me dado muito prestigio  Não tem muito texto é feito  com o apoio da platéia. É  sobre  tudo o que a acontece no  dia a  dia,  é  meio improvisado mesmo. 
FM: Como é para você participar da peça de Chico Anysio?
Maykon : O Chico  foi meu padrinho. Trabalhar com ele não tem coisa melhor. Sou muito grato a ele.   Ele é  o  mestre do humor brasileiro ,  o maior comediante que o nosso pais tem.   Conversar, viajar com ele  é  sempre um aprendizado.  É  um grande prazer ser dirigido por ele e muito gratificante também.  Um dia ele me disse “Você tem talento meu filho vai em frente”  Chico é incrível, tanto ele como  seus  filhos Nizo Neto e Bruno Mazzeo   são pessoas maravilhosas,  foi a  melhor coisa que aconteceu na minha vida  neste período de três  anos.
FM:  Você  faz comédia e peças infantis, como é conciliar trabalhos tão diferentes?
Maykon: Eu trabalhei com o público infantil desde que cheguei no Rio e acho muito importante trabalhar com crianças porquê é um público com sentimentos verdadeiros. Como faço dois espetáculos infantis, no teatro Vannucci, saio de um vou para o outro,  no final do espetáculo as crianças  me abraçam tiram fotos. Tenho vários presentinhos que elas me deram. Isso é um carinho enorme que vale muito a pena.
Quanto a comédia  ela veio através do Chico mesmo. Trabalhei com a Terapia do riso, Surto, enfim, a galera do humor, mas  foi graças ao  Chico Anysio e aos Exculaxados que me descobri um comediante.

FM: Soube que você vai fazer um trabalho publicitário em Nova York?
Maykon:  Na verdade  eu vou para Nova York  concorrer ao centésimo lugar do homem mais bonito do mundo,depois vou para Vegas fazer um Editorial de moda. Estou muito feliz  por estar começando uma carreira internacional. Vou aproveitar para assistir os espetáculos culturais do exterior e trazer novos conhecimentos para minha vida e minha carreira.


“Se  eu Contar Ninguém acredita” é a nova comédia que estreou nesta terça dia 18 de outubro no teatro Candido Mendes em Ipanema.
Mesmo debaixo de chuva e de muito frio  a casa foi sucesso de público onde os aplausos foram o maior incentivo para estes atores  Cristiane Sanctos, André  Lamare, Rubens Sant’Ana, e Luciana Boera  com participação especial de  Maykon Robert  que revelaram   seus talentos  humorísticos  no palco.
O espetáculo segundo Cristiane Sanctos  diretora e atriz da peça ,fala de histórias diárias, mostrando um lado cômico e irreverente de muitas  situações  que as pessoas passam no cotidiano .
Cristiane fala que a peça é feita de situações do dia -a- dia que muita gente passa e que   “se contar ninguém acredita” . São histórias que acontece dentro de ônibus, do trem,  em festas, casamentos. Fala também da rivalidade feminina, os homens   falam da rivalidade feminina,  homenageiam os atores com situações exageradas, filmes exagerados,e etc...  “ O elenco se reúne  no camarim e cada um conta algumas situações vividas e assim levam  para peça com muito humor que se contar ninguém acredita fazendo o publico se identificar com  as situações  encenadas” diz a atriz.
A Diretora  ressalta  que  convida  amigos  que trabalham com humor para ajudá-los e destaca Maykon Robert como um humorista que tem grandes histórias, que “se contar ninguém vai acreditar”. O improviso para o palco é a grande arma que os atores levam até o publico fazendo todos rirem pelo menos uma hora e meia, tempo de duração da peça.

sábado, 15 de outubro de 2011

Momento Poético com Carlos Drummond de Andrade



"Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa , se a vontade de ficar juntos chega a apertar o coração : é o amor "! 




O Momento poético deste mês é dedicado a este mestre da poesia modernista Carlos Drummond de Andrade que comemora o centésimo nono ano .
Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
(...)Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.


 POESIAS:
Ao Amor Antigo
O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.

O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.

Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
a antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.

Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.




"A minha vontade é forte, mas a minha disposição de obedecer-lhe é fraca".


NÃO DEIXE O AMOR PASSAR
Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.
Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.



PARA SEMPRE

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho                                            

e ele, velho embora,
será pequenino  

          
AUSÊNCIA
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

feito grão de milho.



POESIA
Gastei uma hora pensando em um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
"O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar".
(Carlos Drummond de Andrade)
















sexta-feira, 14 de outubro de 2011

MEDO DO NADA.

                      O medo as vezes faz a gente imaginar coisas horríveis.
O ônibus vai em direção a Gávea a passageira senta-se na única poltrona que ainda estava vazia parecendo esperar por ela. Ao lado está  uma jovem  senhora de  seus 40 anos mas fica a dúvida porque a pele morena (negra) sempre esconde a idade. Senta perto dela mas antes tivesse ficado de pé ou ido para trás sei lá.
O  trajeto foi um verdadeiro martírio junto com aquela pessoa que passou não sei porque , a incomodar a companheira do lado.Ela  não tirava os olhos de cima dela.
Aquela passageira de pele escura, usando uma bolsa grande parecendo muito pesada passou todo o trajeto da viagem perseguindo com seus olhares a pessoa ao lado que tentava desviar a  imaginação  de tantas coisas ruins que lhe vinham à cabeça.
 Pergunta para si mesma.
Por quê tanto essa mulher me olha?
Porquê ela tenta se levantar mas não se levanta?
Várias coisas ruins se passavam  pela sua cabeça mas as respostas nunca vinham. A cada ponto a companheira  ameaçava se levantar e a olhava novamente como se fosse fazer algo. Era  realmente ameaçador mas sem resposta alguma para quem estava começando a se apavorar com aquela situação.
Eram tantos olhares, tantas tentativas para se levantar que a passageira pensou em sair do ônibus mas sua reação não permitia. Suas imaginações eram as das mais pérfidas possíveis. Olhava para aquela bolsa grande e pesada  e tinha certeza que ali havia algo ameaçador que iria trazer grandes consequencias naquele dia tão ensolarado de sábado a tarde. Ela fingia não ver os olhares da companheira que cada vez eram mais intensos
estava cada vez mais atenta ao que podia acontecer.
 Será que ela vai assaltar este veículo?
A resposta não vinha mas sim, mais olhares, e ameaças de se levantar, e novamente sentar.
Passaram pelos bairros do Flamengo, Botafogo, Humaitá e enfim chegamos ao Jardim Botânico onde os olhares e as ameaças foram mais intensas e apavorantes. As mãos  da passageira amedrontada estavam super geladas e sua pernas trêmulas, respiração já eram pra lá de ofegantes mas a companheira não deixava de ameaçar com seus olhares. Chegamos perto do Hospital da Lagoa. Ela deu sua primeira palavra.
Moça aqui fica o hospital da Lagoa?
A passageira com a voz trêmula e amedrontada respondeu.
Sim! É aquele ali.
Motorista! ela disse.
Vou descer aqui. Desculpe moça! meu pai está internado neste hospital e eu nem sabia como chegar aqui.
Graças a Deus eu cheguei.
Ela desceu, atravessou a rua
Entrou no hospital , O ônibus seguiu viagem!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Jovem Francano faz sucesso no Rio de Janeiro





O Francano Maykon Robert Ferreira cujo nome artístico é Maykon Robert começou sua carreira aos 17anos como dançarino em shows sertanejos e de Axé. Sua decisão de ser ator surgiu quando estava fazendo uma turnê com o cantor Daniel e recebeu convite para morar na cidade do Rio de Janeiro, pois, segundo ele, é nesta cidade que estava a chance de  estudar Artes Cênicas. Maykon não pensou duas vezes, investiu na proposta e veio para as terras cariocas e se dedicou à carreira de ator.  Ressalta que seu esforço e dedicação o levaram a ganhar uma bolsa de estudo e que em pouco tempo recebeu o convite para participar do elenco da sua primeira peça infantil “Sonho de uma noite de Verão”, adaptação de Marcos dos Anjos. A partir daí as propostas de trabalho não pararam. Fez várias peças de teatro e a cada espetáculo fica registrado seu grande desempenho. “Chegar onde eu estou não foi tarefa fácil, me preparei para isso, hoje eu vejo um lugar ao sol”. " O teatro é minha vida ,foi onde eu aprendi que quem quer chegar a algum lugar tem que lutar muito  e se dedicar naquilo que está fazendo", diz o Francano.






 Maykon já atuou em peças de diretores como; Inez Viana, Guto Andrade, Maciana Mlacher, Paulo Afonso de Lima  e atualmente é dirigido por Roberto Resende no musical infantil “Sonho de Princesa”  e também por Chico Anysio  em “Ox Exculaxados”  Retrata com carinho o mestre do humor. “Ele acreditou na minha capacidade e no meu talento”. O ator está comemorando três anos de sucesso na peça que ainda permanece com a casa cheia a cada espetáculo. No mês de outubro será substituído por motivo de viagem  a Nova York onde participará de uma campanha publicitária. Mas em novembro volta ao seu posto fazendo a alegria da platéia com suas personagens. Quanto aos trabalhos que fez na TV ele fala de todos com carinho,  mas em especial da mini série “Sansão e Dalila” na Record, “foi uma experiência muito boa”. Não mede esforços, enfrenta qualquer trabalho desde que seja honesto e que não denigra a sua imagem. No próximo sábado  dia 08 de outubro Maykon Robert vai estrear um novo espetáculo no teatro Henriqueta Brieba - Tijuca Tenis Club. Uma comédia que fala sobre as histórias do amor dirigido por Aziz Álkimim


Este jovem ator brasileiro do interior de São Paulo, posse de um currículo promissor e
dono de um corpo escultural 1;74 de altura e 74 quilos, diz que não é nada fácil conciliar tantos trabalhos, mas  a carreira de modelo é a que exige mais seu esforço físico e mental. Malha duas horas por dia e tem uma alimentação saudável para permanecer com o corpo sarado e uma saúde perfeita, mas que no final tudo vale a pena, entrega de corpo e alma em tudo que faz.  Com tanto trabalho o Galã afirma que não pode exceder em outras atividades que não seja sua carreira.