domingo, 27 de novembro de 2011

Estrutura Flutuante é acessa na Lagoa abrindo o Natal dos Cariocas.








Neste sábado dia 26 de novembro foi a inauguração da árvore de natal da Bradesco Seguros da Lagoa. A noite foi marcada por um grande publico  que foi  prestigiar a linda queima de fogos. Um  palco foi montado dentro do Estádio de Remo da Lagoa onde Edison Celulari apresentou duas feras como Gal Costa e Frejat   que deram um show animando  o evento que teve muitos efeitos especiais com muitas luzes e sons. Segundo os organizadores do evento a  Árvore da Lagoa da Bradesco Seguros tem  85 metros de altura.

Cinco telões foram foram instalados em vários pontos da Lagoa para dar melhor visibilidade ao espetáculo.Foram distribuído entre o publico de dentro do estádio aneizinhos com luzes coloridas e gorrinhos vermelho e branco que foram atrações entre a criançada e dando outro efeito junto ao jogo de luzes e fogos. fazendo  muitas pessoas se emocionar com varias imagens  cinematográfica que a estrutura flutuante apresentava que este ano trouxe em sua base vários presentes e muitos enfeites infantis natalinos
O grande  público ainda   presenciou o governador Sérgio Cabral apresentar oficialmente a logomarca dos Jogos Paraolímpicos de 2016, A marca concebida por Fred Gelli, da Tátil Design de Ideias tem a  mistura de formas do coração juntamente com  espiral. Uma grande escultura  emergiu no meio do palco simulando o pulsar do coração seguindo com a grande árvore sendo acessa debaixo de olhares emocionados. 
Por Nice Abreu  @falemulher

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

PAULO REIS FALA DE SEU NOVO TRABALHO"CABARET LEBRÃO"


 Paulo Sérgio Moraes Rego Reis mais conhecido como Paulo Reis. Ator e  diretor de teatro, fala  do seu novo trabalho “Cabaret Lebrão” que conta  a trajetória da família Lebre.  O ator além de ser um dos  protagonistas do espetáculo consegue  dirigir com muita competência um elenco de grande gabarito. Paulo transforma o  Teatro CAFÉ PEQUENO  em um  casarão usando lugares na platéia reservados  onde são encenados vários fragmentos da época.  O texto  de Rodrigo Murat ganha vida em cada personagem que compõe a FAMÍLIA LEBRE.

Segundo Paulo este texto de  Murat foi a inspiração para que ele montasse o espetáculo, foi  um incentivo para contar a história  do bairro Leblon, lugar onde mora. “A história começa no ano de 1940 em que a família lebre ocupa o casarão em um lugar onde ainda haviam bodes soltos no jardim de Alah. Retrata o crescimento do bairro e os problemas de uma família que acaba passando por transformações sociais. A família acompanha todo o crescimento imobiliário, a destruição da Favela do Pinto, o surgimento do baixo Bebê, o auge do Bairro Leblon."

A trilha musical do espetáculo tem um repertório amplo com canções de Cazuza, Celly Campello, Raul Seixas, Renato Russo, mas de acordo com o ator e diretor, esta sonoridade não o agrada muito, diz que pretende mudar algo para enfatizar melhor o texto. “O elenco  foi escolhido a dedo por mim através de trabalhos que os atores fizeram no Teatro Café Pequeno. Meu projeto é transformar este espetáculo em uma mini série”. completa Paulo.

Quanto a sua carreira na televisão Paulo fala com muito carinho da novela “Vale tudo” foi a que mais gostou de fazer.  Como recordista do “Você Decide” ele ressalta com alegria,  que  o diretor sempre o chamava e que todo papel de cafajeste era dele por isso fez quase todos os programas. “Espero depois deste trabalho voltar à televisão, ingressar em alguma novela, sobre cinema ainda não tenho nenhum projeto em vista”. Diz o ator.

Por Nice Abreu @falemulher
Fotos: Nice Abreu

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Divinas Divas na Baden Powell



 Nesta quinta feira dia 18 de novembro Rogéria, Jane di Castro, Eloína, Camille K Fujica de Holliday e Brigitte de Búzios, subiram ao palco da sala Baden Powell com o espetáculo "Divinas Divas".  O grupo de seis lindas mulheres  e convidadas deram jus ao nome e mostraram a que veio através do show de transformismo num musical bem humorado que levou a grande platéia aos aplausos com os trejeitos de cada personagem caracterizado.

                                                                        
Jane Di Castro além de interpretar os vários papeis no palco  ainda comanda e produz todo o espetáculo. Rogéria faz a diferença entre  as esquetes com sua irreverência em defesa do homossexualismo. No camarim recebe os fãs com uma delicadeza  surpreendente. As outras transformistas, grandes ícones,  revelam suas performances com brincadeiras e anedotas que conseguem fazer rir um público, que na maioria das vezes  idosos, mas que lotaram o teatro  prestigiando estas desbravadoras Divas. 

Por Nice Abreu  @falemulher
Fotos: Nice Abreu


domingo, 13 de novembro de 2011

Honestidade agora merece troféu. Vergonhoso!

Por Nice Abreu @falemulher

Fico imaginando como podem  fazer uma  festa em torno de um policial  que  deu voz de prisão ao traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, o chefão da comunidade da Rocinha. Uma comunidade que há anos vivia sob o domínio do tráfico e de vários chefões. Por que tanto mérito a uma missão que não deixa de ser obrigação. Isso mesmo, minha concepção é que esta tarefa cumprida não deixa de ser obrigação ao trabalho dele que é prender qualquer tipo de pessoas que estão agindo fora da lei. Será que estou sendo muito ríspida quanto a isso? Esta classe quando entra para corporação entra com intuito de acabar com a bandidagem, com a corrupção, enfim, com a marginalidade.  Combater o crime e defender nossa cidade, nosso estado, nosso país.

 Os novos recrutas que estarão brevemente lutando pela nossa segurança têm que vir com este intuito de defesa, de agir dentro da lei, dentro da moralidade, honestidade. Deveriam reciclar os profissionais antigos para esta luta contra o tráfico que é muito extensa. Focá-los dentro de uma corporação honesta e assim acabar com a  violência tão constante dentro Rio de Janeiro. As UPPS são a nossa esperança para que tudo entre nos  eixos e que possamos sair tranqüilos  acreditando que temos uma polícia íntegra  que está disposta a cuidar da nossa segurança.

 
Concordo plenamente com o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, quando diz que a prisão do  chefe do tráfico Nem  não deve merecer nenhum  troféu. Por que dar tanto mérito a um profissional que deu voz de prisão a um bandido tão perigoso? por ele não ter aceito  propina? Não aceitar suborno e merecedor de troféu? É um dever moral dele não aceitar não acham? Se todos os policial agissem como ele não teria tantos bandidos soltos. O tráfico de drogas já teria acabado faz tempo. Não aceitar suborno é ser  herói ? Depois de toda essa fama ele resolve doar sangue, aparece repetidamente na TV, a mídia concedeu- lhe  todos os flashes  só porque ele não aceitou ser subornado, toda essa fama  não é por ele ter livrado a sociedade de um grande marginal e sim por não ser corrupto. Honestidade agora merece prêmio e não o dever cumprido.
Parte superior do formulárioPor Nicepp
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Momento Poético com Mário Quintana.

O momento poético deste mês é dedicado a este poeta gaúcho que tem sempre palavras nos mostrando como ele sabia viver a vida com dignidade e respeito ao próximo.


Mario de Miranda Quintana nasceu na cidade de Alegrete (RS), no dia 30 de julho de 1906, quarto filho de Celso de Oliveira Quintana, farmacêutico, e de D. Virgínia de Miranda Quintana. Com 7 anos, auxiliado pelos pais, aprende a ler tendo como cartilha o jornal Correio do Povo. Seus pais ensinam-lhe, também, rudimentos de francês. No ano de 1914 inicia seus estudos na Escola Elementar Mista de Dona Mimi Contino.
Em 1962, sob o título Poesias, reúne em um só volume seus livros A Rua dos Cataventos, Canções, Sapato Florido, espelho Mágico e O Aprendiz de Feiticeiro, tendo a primeira edição, pela Globo, sido patrocinada pela Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul.

Com 60 poemas inéditos, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, é publicada sua Antologia Poética, em 1966, pela Editora do Autor - Rio de Janeiro. Lançada para comemorar seus 60 anos, em 25 de agosto o poeta é saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o seguinte poema, de sua autoria, em homenagem a Quintana:

Preso à sua querida Porto Alegre, mesmo assim Quintana fez excelentes amigos entre os grandes intelectuais da época. Seus trabalhos eram elogiados por Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Morais, Cecília Meireles e João Cabral de Melo Neto, além de Manuel Bandeira. O fato de não ter ocupado uma vaga na Academia Brasileira de Letras só fez aguçar seu conhecido humor e sarcasmo. Perdida a terceira indicação para aquele sodalício, compôs o conhecido
Poeminho do Contra
Todos esses que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!
 
(Prosa e Verso, 1978



BILHETE
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...



DA FELICIDADE
Quantas vezes a gente, em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura
Tendo-os na ponta do nariz!

DA DISCRIÇÃO
Não te abras com teu amigo
Que ele um outro amigo tem.
E o amigo do teu amigo
Possui amigos também...

DA OBSERVAÇÃO
Não te irrites, por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ONG Terra dos Homens 15 anos de nacionalização.

Por Nice Abreu @Falemulher

A Casa de Festa Solar Palmeiras em Botafogo  recebeu nesta sexta feira dia 04 de novembro de 2011 muitos convidados no  Happy Hour para  comemorar os 15 anos  da  “Terra dos Homens”. Esta ONG trabalha em prol do fortalecimento de famílias diminuindo a  desagregação  de crianças e adolescentes evitando que elas vão para  ruas  ou fiquem em abrigos e etc... Tem como missão devolver às crianças seus direitos que foram violados, por uma família desestruturada. Inseri-las  ao leito familiar oferecendo uma vida mais digna é o  objetivo da “Terra dos Homens” que procura investir nessas famílias e nas comunidades carentes.
O “Fale Mulher” estava presente nesta festa e pode constatar através de entrevista feita com o presidente da Ong Fabio Andrade Carneiro e também de pessoas que foram  e são amparadas. Examinou a seriedade desta Ong e  como  este trabalho vem sendo reconhecido mundo a fora.
Entrevistado pelo Fale Mulher  o Presidente Fábio Andrade Carneiro   fala com muito entusiasmo e orgulho desta entidade chamada “Terra dos Homens”.

Fale mulher: Como nasceu o terra  dos homens?

Presidente Fabio: ".A terra dos homens nasceu  na suíça em 1982 recebeu este nome devido ao  livro chamado “Terra dos  homens” cujo autor é o mesmo do Pequeno Príncipe".

 A Cláudia que era recém-formada trabalhava nesta fundação  na Suíça , depois  vieram para o Brasil  onde  montaram  um escritório  com o mesmo nome vindo a ser   nacionalizada em 1996. A ONG tem uma receptividade muito grande ainda na Suíça como na Holanda, na França e recebe muita ajuda Também no Brasil. Por isso faz quinze anos de nacionalização brasileira. Quinze anos de Brasil onde  trabalhamos  predominantemente com famílias, adolescentes e crianças com situações de abandono, violação familiar  ou qualquer tipo de agressão. Nos últimos cinco anos nós ajudamos 13 mil famílias. Atualmente trabalhamos em Duque de Caxias preferivelmente na Mangueirinha onde é uma favela que tem uma área muito violenta. Nós Somos especialistas em capacitar pessoas para ajudar a ONG. Temos muitos profissionais capacitados à este tipo de trabalho para ajudar nestes campos onde são  professores. Esta é nossa terra dos homens onde eu sou o presidente há dois anos.
FM: Há um acompanhamento da ONG para essas famílias que foram  amparadas e  que deixaram  de levar uma vida violenta.? A ONG ajuda no crescimento emocional dessas pessoas?
PF:  Sem dúvida! Este é o ponto vital. Porque este é o resultado. Não basta que sejamos eficientes, ou seja, que saibamos trabalhar. Temos  que mostrar  o resultado , temos que dar resultados. Por que trabalhamos na mangueirinha em Duque de Caxias? Porque  lá é que encontramos mais de 40% de pessoas de ruas  do Rio de Janeiro  oriundas de Caxias. Por isso trabalhamos neste lugar. Nosso interesse é  que exista uma  família para cada criança. Acompanhamos sim como deve ser acompanhado. Aqui mesmo você pode ver este resultado. Nesta festa tem pessoas que foram resgatadas é só conversar com elas que verás como o trabalho tem resultados.

FM: Soube que o “Terra dos Homens” vai receber um prêmio internacional  Como é este prêmio ? Você pode falar um pouco dele?
PF:  Este prêmio é um troféu. A  Air  France é nossa parceira ela contribui para o nosso trabalho. Dentre o grande número de organizações do mundo nós fomos escolhidos entre as reorganizações de outros países para representar nosso trabalho e receber o prêmio.  “O terra  dos Homens” é reconhecido internacionalmente na Holanda, França e Suíça onde temos  relacionamentos, colaborações e parcerias.
FM: Quem são os parceiros?
PF: A própria Terra dos homens na suíça, na Bélgica, também temos uma fundação  Holandesa que nos ajuda muito. No Brasil temos várias parcerias integradas em ajudar as crianças e adolescentes vítimas da violência como a C&A que tem uma fundação excelente..
FM: Vocês possuem oficinas para ajudar as crianças a ter uma profissão?
PF:  Sem dúvida! Este é  um dos objetivos.  Assim como a escolarização, participar da escolarização delas, ensinar coisas que sejam uteis para retirá-las do convívio de pessoas violentas e reitegrá-las ao meio familiar. Este é o objetivo de todos da Terra dos Homens.
FM:  Você falou muito na Cláudia Quem é Claudia?
PF: Claudia é uma psicóloga formada no Brasil com curso no exterior  com altíssima competência que lidera o  “Terra dos Homens”. Ela é técnica, é especialista.  É sempre convidada das Nações Unidas, pela UNICEF e UNESCO, é conhecida internacionalmente, é  a nossa diretora executiva ela é   quem lidera os trabalhos que são realizados.
O Fale mulher entrevistou as pessoas que foram e estão sendo protegidas pela entidade.Uma delas, A Elizabete nos revelou histórias de superação e  diz com muito entusiasmo que só tem  a agradecer a “Terra dos homens por tê-la ajudado.
Fale Mulher:  O Fábio estava me falando que vocês são um resgate da “T erra do Homens”. Você pode me falar como foi isso na sua vida e como era antes de ser resgatada pela Ong?

Elizabete:  Minha vida era muito difícil e complicada. Eu era catadora de garrafas pety ,era minha sobrevivência, eu sustentava meus cinco filhos catando e vendendo essas petys .
A Ong me resgatou, conversou comigo, me deu trabalho e hoje meus filhos tem mais tempo para brincar e ir para a escola. Minha vida mudou muito. Hoje vivo para os meus filhos. Trabalho dentro da  Ong e fora dela. O meu filho mais velho tem 15 anos ele me ajudava a catar as garrafas e hoje ele não precisa mais. Ele só estuda.
FM: Você tem cinco filhos, eles hoje  têm assistência da ONG?
Bete: Sim! Eles têm toda assistência da ONG Meus filhos fazem parte da casinha, do grupo de capoeira, tem várias coisas para distrair as crianças. Hoje eu olho para os meus filhos com outros olhos, com mais carinho isso tudo foi através da “Terra dos Homens”.Quero o melhor para os meus filhos.
FM: O que você tem a  falar de positivo da ONG?
Bete: Falo muito bem. Ela me ajudou bastante, me levantou,colocou psicólogos para conversar comigo. Ajuda em tudo e agora eu faço parte do ciclo social da Ong.
FM: Com filhos em idade da adolescência O que você faz para que eles não entrem numa vida de rebeldia?
 Bete: Converso bastante com eles. Eu sou o espelho deles e não quero que eles passem o que eu passei. Quero que eles sejam muito felizes dou muito carinho para eles.